Pagoda
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Pagoda
Nostalgia
Conversível cheio de charme
Enio Greco - Estado de Minas -vrum.com.br
Para suceder ao esportivo 300 SL, Mercedes-Benz lançou em março de 1963 modelo que ficou conhecido como Pagoda, devido ao teto que lembra construção chinesa
No início da década de 1960, os engenheiros da Mercedes-Benz foram incumbidos de projetar um novo modelo para substituir o esportivo legendário 300 SL, versão roadster da Asa de Gaivota. E eles conseguiram fazer um carro moderno para a época, que tinha entre suas principais características o amplo espaço interno (embora fosse um dois lugares), conforto e belo design. O resultado foi apresentado em março de 1963, no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça. Era o 230 SL, um cupê com teto rígido removível, que se transformava em conversível, com motor de 150 cv de potência e torque de 20 kgfm.
E foi exatamente devido a esse teto rígido que o modelo ficou conhecido como Pagoda. A explicação é simples: o teto tinha um ligeiro afundamento na parte central, lembrando os telhados de construções chinesas chamadas de pagodes. O modelo tem um belo desenho, com superfícies planas e discretos vincos no capô e nas laterais. Os pára-lamas abaulados acompanham o desenho dos faróis ovais. A frente longa é proporcional à traseira de linhas mais retas, ornamentada por pequenas lanternas horizontais e pára-choque cromado em duas peças.
Em fevereiro de 1967, a Mercedes-Benz lançou o 250 SL, com motor de 150 cv e 22 kgfm de torque, mas essa versão ficou pouco mais de um ano no mercado, até que a Mercedes-Benz optou por dar um upgrade significativo no modelo. A Pagoda, então, ganhou a versão 280 SL, com motor de 170 cv e 24,5 kgfm de torque, que garantia uma performance esportiva, compatível com o estilo do carro. Quando a produção da Pagoda foi interrompida, em março de 1971, a Mercedes-Benz havia comercializado 48.912 unidades do modelo.
Coleção
Uma dessas unidades, do 280 SL de 1970, faz parte do acervo de um colecionador de antigos de Belo Horizonte. O dono do carro relembra a história do modelo e conta que o designer italiano Pininfarina fez três unidades especiais da Pagoda, transformando-a em um legítimo cupê.
Ele destaca no carro o robusto motor seis cilindros 2.8 litros, com injeção mecânica direta. O câmbio é de quatro marchas, com alavanca no assoalho, mas, na época, eram oferecidas ainda as opções de transmissão manual de cinco velocidades e automática de três. O colecionador afirma que o carro anda bem e faz curvas com total segurança, e para segurá-lo, freios a disco nas quatro rodas.
O teto rígido é facilmente removível e sem ele o carro se transforma em um autêntico conversível. Para o caso de uma emergência, como uma chuva repentina, o modelo tem uma capota de lona que fica providencialmente escondida atrás dos bancos. O carro tem interior com acabamento sofisticado, com assentos confortáveis, parecidos com poltronas. No painel, um belo volante de dois raios e instrumentos redondos separados por um visor retangular. Tudo em seu devido lugar, no mais puro estilo Mercedes-Benz.
Conversível cheio de charme
Enio Greco - Estado de Minas -vrum.com.br
Para suceder ao esportivo 300 SL, Mercedes-Benz lançou em março de 1963 modelo que ficou conhecido como Pagoda, devido ao teto que lembra construção chinesa
| Fotos: Marlos Ney Vidal/EM |
| Modelo Pagoda 280 SL, de 1970, tem linhas elegantes e esportivas, com superfícies planas e discretos vincos no capô e nas laterais |
No início da década de 1960, os engenheiros da Mercedes-Benz foram incumbidos de projetar um novo modelo para substituir o esportivo legendário 300 SL, versão roadster da Asa de Gaivota. E eles conseguiram fazer um carro moderno para a época, que tinha entre suas principais características o amplo espaço interno (embora fosse um dois lugares), conforto e belo design. O resultado foi apresentado em março de 1963, no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça. Era o 230 SL, um cupê com teto rígido removível, que se transformava em conversível, com motor de 150 cv de potência e torque de 20 kgfm.
E foi exatamente devido a esse teto rígido que o modelo ficou conhecido como Pagoda. A explicação é simples: o teto tinha um ligeiro afundamento na parte central, lembrando os telhados de construções chinesas chamadas de pagodes. O modelo tem um belo desenho, com superfícies planas e discretos vincos no capô e nas laterais. Os pára-lamas abaulados acompanham o desenho dos faróis ovais. A frente longa é proporcional à traseira de linhas mais retas, ornamentada por pequenas lanternas horizontais e pára-choque cromado em duas peças.
Em fevereiro de 1967, a Mercedes-Benz lançou o 250 SL, com motor de 150 cv e 22 kgfm de torque, mas essa versão ficou pouco mais de um ano no mercado, até que a Mercedes-Benz optou por dar um upgrade significativo no modelo. A Pagoda, então, ganhou a versão 280 SL, com motor de 170 cv e 24,5 kgfm de torque, que garantia uma performance esportiva, compatível com o estilo do carro. Quando a produção da Pagoda foi interrompida, em março de 1971, a Mercedes-Benz havia comercializado 48.912 unidades do modelo.
| Com teto rígido removido, essa Mercedes se transforma em um autêntico conversível. Volante tem dois raios e aro de metal para buzina e instrumentos são circulares. Já o teto rígido tem discreta depressão na parte central, semelhante aos pagodes chineses |
Coleção
Uma dessas unidades, do 280 SL de 1970, faz parte do acervo de um colecionador de antigos de Belo Horizonte. O dono do carro relembra a história do modelo e conta que o designer italiano Pininfarina fez três unidades especiais da Pagoda, transformando-a em um legítimo cupê.
Ele destaca no carro o robusto motor seis cilindros 2.8 litros, com injeção mecânica direta. O câmbio é de quatro marchas, com alavanca no assoalho, mas, na época, eram oferecidas ainda as opções de transmissão manual de cinco velocidades e automática de três. O colecionador afirma que o carro anda bem e faz curvas com total segurança, e para segurá-lo, freios a disco nas quatro rodas.
O teto rígido é facilmente removível e sem ele o carro se transforma em um autêntico conversível. Para o caso de uma emergência, como uma chuva repentina, o modelo tem uma capota de lona que fica providencialmente escondida atrás dos bancos. O carro tem interior com acabamento sofisticado, com assentos confortáveis, parecidos com poltronas. No painel, um belo volante de dois raios e instrumentos redondos separados por um visor retangular. Tudo em seu devido lugar, no mais puro estilo Mercedes-Benz.

W201 190E 2.6 1992 arctic white 147 mb-tex safron 174
W124 E420 Sportline 1995 midnight dark blue 904 leather blue 272
Re: Pagoda

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Re: Pagoda

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