Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
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Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Bom dia confrades, meu relato é um pouco longo, mas confesso que abri o tópico pois estou espantado com o que aconteceu e resolvi compartilhar com vocês.
Ontem fui a Brasília, cidade que fica a 120Km de onde moro, a fim de comprar peças para a classe A de minha esposa as quais não encontrei em Goiânia e muito menos aqui em Anápolis.
Na verdade esse caso das peças merece um aparte, e vou tentar ser o menos prolixo possível pois o tópico não tem nada haver com esse caso das peças.
Comprei esse classe A para dar de presente para minha esposa que acabou de tirar carta, e o carro é um 2002 190 que era de um colega de trabalho e está em muito bom estado, porém, como comprei a 3 meses atrás e não queria entrega-lo a minha esposa antes que ela estivesse com a carta, o que aconteceu na sexta feira antes do natal, o carro ficou parado em um estacionamento durante todos esses meses.
Apesar de ter deixado as chaves com o estacionamento e ter solicitado que dessem partida pelo menos uma vez por semana, quando fui busca-lo na semana passada para lavar e trocar óleo a fim de entrega-lo a minha esposa ele estava sem bateria e não havia sido ligado nem uma vez desde quando o deixei no estacionamento.
Fiz uma chupeta com a bateria da minha E320 e dei na partida. Ele pegou e o motor bateu uns 15 segundos até que o óleo subisse. Não acelerei e deixei que ele parasse de bater, porém ocorreu que os tuchos não carregaram, e o motor ficou com barulho de máquina de costura.
Tirei o carro do local e levei para trocar o óleo. Após a troca o barulho continuou, e como não substitui o filtro pois o posto não tinha a peça, acreditei que ele estivesse entupido, e na segunda feira levei o carro para uma mecânica e mandei fazer flush no motor e depois trocar o óleo e o filtro outra vez.
Os tuchos carregaram e o barulho acabou, porém quando o carro esquentou um pouco o barulho voltou e a luz de óleo acendeu. Desliguei, aguardei um pouco e liguei novamente.
O problema voltou a ocorrer dois minutos depois. Achei então que o pescador da bomba estivesse entupido, e com isso após algum tempo de funcionamento a pressão do óleo caia e causava o problema. Mandei desmontar o Carter e verificar a bomba. Após a desmontagem não havia nenhum entupimento, e sem mais o que fazer resolvemos por trocar a bomba de óleo, que poderia estar perdendo pressão após aquecer.
Aí começa realmente o assunto do tópico. Procurei a bomba em todos os locais que conheço e não encontrei, restando-me partir para as concessionárias da região.
A Star Motor de Goiânia estava em balanço de estoque, portanto a seção de peças não estava funcionando, e por sorte encontrei a bomba (última peça) na Brasília Motors ao preço exorbitante de R$ 980,00.
Sem ter para onde correr, peguei minha E 320 e fui a Brasíla buscar a peça.
Percorri os 120Km que separam minha cidade de Brasília em pouco menos de 1 hora com o conta giros em 3.000 rpm e velocímetro em 140 km/h, velocidade normal de cruzeiro tendo em vista o bom estado da rodovia e pouco tráfego.
Pego a peça na revenda e retorno para Anápolis. Já na divisa entre o DF e Goiás, com uns bons 60Km percorridos resolvo parar para comer alguma coisa, e após lanchar, já do lado de fora da lanchonete acendo um cigarro e resolvo dar uma olhada na peça que eu havia comprado e que estava na caixa lacrada no banco de trás.
Abro a caixa e para meu espanto ao invés da bomba de óleo estava um painel de instrumentos completo da classe A. Ligo imediatamente para a revenda e o vendedor me pede um milhão de desculpas e solicita que eu retorne e pegue a peça correta que estava separada.
Sem outra saída faço o retorno e volto para Brasília. Troco a peça, conferindo o que havia na caixa antes de retornar para minha cidade e pego a estrada de volta apressado.
Aumentei a média de velocidade para ganhar algum tempo, com o conta giros em 3.500 rpm e velocímetro entre 150 e 160 Km/h.
Outra vez na divisa de estado, onde existem algumas lombadas, reduzo a velocidade e olhando pelo retrovisor vejo uma classe C provavelmente 2010 ou 2011 que vem colada na minha traseira fazendo menção de me ultrapassar assim que fosse possível.
Resolvi que não ia deixar o cara me passar assim tão fácil, afinal eu tinha um V6 de 225 Cv, enquanto ele, no máximo estava em um 200K que pelo visto não era AMG.
Sentei a bota logo após passar as lombadas e em pouco espaço já estava acima dos 180 com o cara grudado atrás, mais alguns metros e o velocímetro chegava aos 210 com o sujeito na minha cola.
Uma curva fechada se pronuncia e eu tiro o pé fechando a passagem do meu oponente, ele reduz e entra na curva colado em mim, percebo um certo balanço na traseira do meu carro e tiro o pé para acertar e pisar fundo novamente. Com o cambio em D a resposta foi pronta mas um pouco lenta, saio para a pista da direita e me espanto ao ver o sujeito passar por mim e ganhar uma vantagem de uns 5 ou 7 metros, olho na traseira e me espanto ainda mais ao ver que se tratava de uma C180 normal.
Não me conformei e trouxe o cambio para o manual, reduzindo para terceira e pisando até o conta giro chegar em 6000, ganho alguns metros e a frente do meu carro ficou a menos de 1,5 mts da traseira do C180, começo a forçar mas sou obrigado a tirar o pé nas curvas por conta de outros carros ou caminhões na pista da direita ou por medo de perder a traseira em uma curva mais acentuada, enquanto o sujeito continua de pé em baixo nem dando bola para as curvas em cotovelo e os desníveis de pista.
Nas retas me aproximo com o velocímetro beirando os 220 mas sem fôlego suficiente para tentar uma ultrapassagem, mais a frente o sujeito em uma manobra perigosa ultrapassa um caminhão em uma subida pela pista da esquerda com duas rodas para fora do asfalto e segue em frente, eu reduzo e aguardo o caminhão me dar passagem.
Volto a carga após passar o caminhão e vejo a traseira da C180 a mais de um Km na minha frente, pé afundado no pedal da direita e a 320 ganha giro e salta rapidamente para 180, continuo tirando caldo do motor com intuito de alcançar novamente meu oponente, entro em uma curva em subida com o pé embaixo e quando saio dela dou de cara com a traseira de uma carreta larga que transportava um transformador gigantesco e devido a curva tomava as duas pistas, sendo que logo atrás dela vinha um Pálio amarelo como batedor.
Subi no pedal do freio e o ABS entra em ação, redução brusca de velocidade, a traseira da carreta de aproximando, o ABS corrigindo o curso da freada sem deixar as rodas travarem, a traseira querendo escapar, e num movimento rápido, assim que tenho espaço suficiente pela esquerda, solto o freio, corrijo a trajetória e passo com duas rodas no asfalto e duas na terra ao lado da carreta.
Não vejo nem sinal da C180, a adrenalina lá nas alturas e a sensação de ter escapado de uma colisão fatal me fazem pensar na família e manter a velocidade em um limite seguro até o final da viagem.
Não aconselho ninguém a fazer o que eu ou o cara da C180 fez, é uma grande irresponsabilidade e põe em risco a sua segurança e dos outros que estão na estrada, mas tomar bucha de uma C180 estando em uma E320 é coisa que ainda não consigo acreditar.
Sempre acreditei que a 180 fosse fraca e com um buraco no acelerador, preciso rever meus conceitos....
Feliz ano novo a todos!
Ontem fui a Brasília, cidade que fica a 120Km de onde moro, a fim de comprar peças para a classe A de minha esposa as quais não encontrei em Goiânia e muito menos aqui em Anápolis.
Na verdade esse caso das peças merece um aparte, e vou tentar ser o menos prolixo possível pois o tópico não tem nada haver com esse caso das peças.
Comprei esse classe A para dar de presente para minha esposa que acabou de tirar carta, e o carro é um 2002 190 que era de um colega de trabalho e está em muito bom estado, porém, como comprei a 3 meses atrás e não queria entrega-lo a minha esposa antes que ela estivesse com a carta, o que aconteceu na sexta feira antes do natal, o carro ficou parado em um estacionamento durante todos esses meses.
Apesar de ter deixado as chaves com o estacionamento e ter solicitado que dessem partida pelo menos uma vez por semana, quando fui busca-lo na semana passada para lavar e trocar óleo a fim de entrega-lo a minha esposa ele estava sem bateria e não havia sido ligado nem uma vez desde quando o deixei no estacionamento.
Fiz uma chupeta com a bateria da minha E320 e dei na partida. Ele pegou e o motor bateu uns 15 segundos até que o óleo subisse. Não acelerei e deixei que ele parasse de bater, porém ocorreu que os tuchos não carregaram, e o motor ficou com barulho de máquina de costura.
Tirei o carro do local e levei para trocar o óleo. Após a troca o barulho continuou, e como não substitui o filtro pois o posto não tinha a peça, acreditei que ele estivesse entupido, e na segunda feira levei o carro para uma mecânica e mandei fazer flush no motor e depois trocar o óleo e o filtro outra vez.
Os tuchos carregaram e o barulho acabou, porém quando o carro esquentou um pouco o barulho voltou e a luz de óleo acendeu. Desliguei, aguardei um pouco e liguei novamente.
O problema voltou a ocorrer dois minutos depois. Achei então que o pescador da bomba estivesse entupido, e com isso após algum tempo de funcionamento a pressão do óleo caia e causava o problema. Mandei desmontar o Carter e verificar a bomba. Após a desmontagem não havia nenhum entupimento, e sem mais o que fazer resolvemos por trocar a bomba de óleo, que poderia estar perdendo pressão após aquecer.
Aí começa realmente o assunto do tópico. Procurei a bomba em todos os locais que conheço e não encontrei, restando-me partir para as concessionárias da região.
A Star Motor de Goiânia estava em balanço de estoque, portanto a seção de peças não estava funcionando, e por sorte encontrei a bomba (última peça) na Brasília Motors ao preço exorbitante de R$ 980,00.
Sem ter para onde correr, peguei minha E 320 e fui a Brasíla buscar a peça.
Percorri os 120Km que separam minha cidade de Brasília em pouco menos de 1 hora com o conta giros em 3.000 rpm e velocímetro em 140 km/h, velocidade normal de cruzeiro tendo em vista o bom estado da rodovia e pouco tráfego.
Pego a peça na revenda e retorno para Anápolis. Já na divisa entre o DF e Goiás, com uns bons 60Km percorridos resolvo parar para comer alguma coisa, e após lanchar, já do lado de fora da lanchonete acendo um cigarro e resolvo dar uma olhada na peça que eu havia comprado e que estava na caixa lacrada no banco de trás.
Abro a caixa e para meu espanto ao invés da bomba de óleo estava um painel de instrumentos completo da classe A. Ligo imediatamente para a revenda e o vendedor me pede um milhão de desculpas e solicita que eu retorne e pegue a peça correta que estava separada.
Sem outra saída faço o retorno e volto para Brasília. Troco a peça, conferindo o que havia na caixa antes de retornar para minha cidade e pego a estrada de volta apressado.
Aumentei a média de velocidade para ganhar algum tempo, com o conta giros em 3.500 rpm e velocímetro entre 150 e 160 Km/h.
Outra vez na divisa de estado, onde existem algumas lombadas, reduzo a velocidade e olhando pelo retrovisor vejo uma classe C provavelmente 2010 ou 2011 que vem colada na minha traseira fazendo menção de me ultrapassar assim que fosse possível.
Resolvi que não ia deixar o cara me passar assim tão fácil, afinal eu tinha um V6 de 225 Cv, enquanto ele, no máximo estava em um 200K que pelo visto não era AMG.
Sentei a bota logo após passar as lombadas e em pouco espaço já estava acima dos 180 com o cara grudado atrás, mais alguns metros e o velocímetro chegava aos 210 com o sujeito na minha cola.
Uma curva fechada se pronuncia e eu tiro o pé fechando a passagem do meu oponente, ele reduz e entra na curva colado em mim, percebo um certo balanço na traseira do meu carro e tiro o pé para acertar e pisar fundo novamente. Com o cambio em D a resposta foi pronta mas um pouco lenta, saio para a pista da direita e me espanto ao ver o sujeito passar por mim e ganhar uma vantagem de uns 5 ou 7 metros, olho na traseira e me espanto ainda mais ao ver que se tratava de uma C180 normal.
Não me conformei e trouxe o cambio para o manual, reduzindo para terceira e pisando até o conta giro chegar em 6000, ganho alguns metros e a frente do meu carro ficou a menos de 1,5 mts da traseira do C180, começo a forçar mas sou obrigado a tirar o pé nas curvas por conta de outros carros ou caminhões na pista da direita ou por medo de perder a traseira em uma curva mais acentuada, enquanto o sujeito continua de pé em baixo nem dando bola para as curvas em cotovelo e os desníveis de pista.
Nas retas me aproximo com o velocímetro beirando os 220 mas sem fôlego suficiente para tentar uma ultrapassagem, mais a frente o sujeito em uma manobra perigosa ultrapassa um caminhão em uma subida pela pista da esquerda com duas rodas para fora do asfalto e segue em frente, eu reduzo e aguardo o caminhão me dar passagem.
Volto a carga após passar o caminhão e vejo a traseira da C180 a mais de um Km na minha frente, pé afundado no pedal da direita e a 320 ganha giro e salta rapidamente para 180, continuo tirando caldo do motor com intuito de alcançar novamente meu oponente, entro em uma curva em subida com o pé embaixo e quando saio dela dou de cara com a traseira de uma carreta larga que transportava um transformador gigantesco e devido a curva tomava as duas pistas, sendo que logo atrás dela vinha um Pálio amarelo como batedor.
Subi no pedal do freio e o ABS entra em ação, redução brusca de velocidade, a traseira da carreta de aproximando, o ABS corrigindo o curso da freada sem deixar as rodas travarem, a traseira querendo escapar, e num movimento rápido, assim que tenho espaço suficiente pela esquerda, solto o freio, corrijo a trajetória e passo com duas rodas no asfalto e duas na terra ao lado da carreta.
Não vejo nem sinal da C180, a adrenalina lá nas alturas e a sensação de ter escapado de uma colisão fatal me fazem pensar na família e manter a velocidade em um limite seguro até o final da viagem.
Não aconselho ninguém a fazer o que eu ou o cara da C180 fez, é uma grande irresponsabilidade e põe em risco a sua segurança e dos outros que estão na estrada, mas tomar bucha de uma C180 estando em uma E320 é coisa que ainda não consigo acreditar.
Sempre acreditei que a 180 fosse fraca e com um buraco no acelerador, preciso rever meus conceitos....
Feliz ano novo a todos!

Grecco- Usuário Iniciante

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Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Que relato.... Fiquei com adrenalina alta só em ler. Acho que o amigo pode até se aventurar na arte de escrever livros de ação. Feliz 2012.

pedroftalmo- Usuário Platina

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Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Mas realmente é melhor usar outro lugar para esse tipo de aventura, a 180 poderia estar fuçada e aí fica complicado esse tipo de duelo...
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Maluhy- Consultor Técnico

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gustavo vanesghick- Usuário Ouro

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Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
E já presenteou a esposa?

NOX- Usuário Ouro

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Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Já, entreguei as chaves no dia de Natal e peguei de volta na segunda feira passada para levar para oficina.
Está lá, com a boca aberta esperando a morte chegar (o carro não minha esposa)....
Está lá, com a boca aberta esperando a morte chegar (o carro não minha esposa)....

Grecco- Usuário Iniciante

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Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Tomei a liberdade de alterar o titulo para melhor refletir o intuito do post do confrade, pois eu cliquei pensando que era mais um comparativo de compra ou troca de classe E por classe C.
No final das contas qual era o problema do classe A?
No final das contas qual era o problema do classe A?
_________________
John
mbfanbr@hotmail.com

john- Moderador Auxiliar

- Número de mensagens: 5414
Data de inscrição: 03/12/2009
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Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Grecco
Isso é normal, acredite...
Se fosse uma C180 kompressor, voce ganharia, mas certamente se trata de uma C180 CGI(turbo) , e engano nosso que ela tenha 156 cv, isso sao 156 cv DECLARADOS.. , ja ouvi dizer que colocaram ela no dinamometro e deu 180cv...
Enfim, sao carros de propostas diferentes... enquanto um com 180cv aproximadamente , e pesando 1400kg, injeçao direta..... contra um V6 de 224 cv ,com tocada nadaaa esportiva , e com meros 1800kg aproximadamente..
Agora,uma coisa eu falo, em curva de alta,digo acima de 200,220, certamente a E320 faria mais folgada do que uma C..
Isso é normal, acredite...
Se fosse uma C180 kompressor, voce ganharia, mas certamente se trata de uma C180 CGI(turbo) , e engano nosso que ela tenha 156 cv, isso sao 156 cv DECLARADOS.. , ja ouvi dizer que colocaram ela no dinamometro e deu 180cv...
Enfim, sao carros de propostas diferentes... enquanto um com 180cv aproximadamente , e pesando 1400kg, injeçao direta..... contra um V6 de 224 cv ,com tocada nadaaa esportiva , e com meros 1800kg aproximadamente..
Agora,uma coisa eu falo, em curva de alta,digo acima de 200,220, certamente a E320 faria mais folgada do que uma C..

Gaby Iskandar- Usuário Ouro

- Número de mensagens: 801
Data de inscrição: 11/08/2008
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Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Grecco, em condições ideais (ou seja, com os dois carros próximos do original), os números de desempenho da E320 são superiores aos da C180 CGI. Para citar dois deles, temos (números de fábrica): aceleração de 0-100 km/h: 7,7s (8,9s da W204); velocidade máxima: 237 km/h (contra 223 km/h).
Eu já tive exatamente estes dois modelos (hoje tenho a E320) e minha percepção é a seguinte: a vantagem da C180 CGI é o alto torque em baixas rotações (o torque máximo vem logo aos 1400 rpm), o que traz um comportamento bastante agradável do carro na cidade, pois a força do carro está sempre disponível. Em altos regimes (a partir de 5.000 rpm), no entanto, você sente que o motor V6 (no meu caso, uma E320 98) está no auge e a sensação de aceleração que ele proporciona é sensivelmente maior do que a do 4 cilindros 1.8 da CGI, que nestas condições já está em queda, não mostrando o mesmo vigor para subir de giro (situação mais próxima da que você relatou, saindo da lombada e acelerando até os 210 km/h).
Claro que esta análise é qualitativa, não quantitativa. Entretanto, me parece que esta W204 que você encontrou não estava original. Em tempo, a diferença de peso entre os carros não é tão grande (1495 kg da C180 contra 1622km da E320 - número da 4Rodas de mai/96, teste da E320 com motor L6).
Outro ponto é que o carro que está atrás do outro tem vantagem aerodinâmica, os dois carros andando lado a lado seria mais, digamos, justo.
Abs,
Celso
Eu já tive exatamente estes dois modelos (hoje tenho a E320) e minha percepção é a seguinte: a vantagem da C180 CGI é o alto torque em baixas rotações (o torque máximo vem logo aos 1400 rpm), o que traz um comportamento bastante agradável do carro na cidade, pois a força do carro está sempre disponível. Em altos regimes (a partir de 5.000 rpm), no entanto, você sente que o motor V6 (no meu caso, uma E320 98) está no auge e a sensação de aceleração que ele proporciona é sensivelmente maior do que a do 4 cilindros 1.8 da CGI, que nestas condições já está em queda, não mostrando o mesmo vigor para subir de giro (situação mais próxima da que você relatou, saindo da lombada e acelerando até os 210 km/h).
Claro que esta análise é qualitativa, não quantitativa. Entretanto, me parece que esta W204 que você encontrou não estava original. Em tempo, a diferença de peso entre os carros não é tão grande (1495 kg da C180 contra 1622km da E320 - número da 4Rodas de mai/96, teste da E320 com motor L6).
Outro ponto é que o carro que está atrás do outro tem vantagem aerodinâmica, os dois carros andando lado a lado seria mais, digamos, justo.
Abs,
Celso
Última edição por celsotu em Sex 30 Dez 2011 - 16:25, editado 1 vez(es) (Razão : Erro no final do texto)

celsotu- Usuário Bronze

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Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Faltam coisas a considerar ainda:
a) idade dos carros. Embora os números de desempenho sejam favoráveis à E320, o conjunto mecânico mais cansado da E320 pode pender a balança para a 180 CGI
b) responsabilidade de cada um dos motoristas. Menos responsabilidade, mais inconsequência, portanto arrisca mais;
c) habilidade do motorista. Cansei de tomar pau em estrada por conta disso, tanto de motocicleta quanto de automóvel.
a) idade dos carros. Embora os números de desempenho sejam favoráveis à E320, o conjunto mecânico mais cansado da E320 pode pender a balança para a 180 CGI
b) responsabilidade de cada um dos motoristas. Menos responsabilidade, mais inconsequência, portanto arrisca mais;
c) habilidade do motorista. Cansei de tomar pau em estrada por conta disso, tanto de motocicleta quanto de automóvel.
_________________
Abraços,
Eduardo
Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Eppico, concordo com você nos 3 pontos colocados. Quanto ao estado da E320 poder influenciar, considerei no início do texto quando disse que, em condições próximas às originais, os números da E são melhores do que os da C. Isto vale tanto para uma possível "mexida" na C180 (algo muito fácil de se fazer hoje em dia) quanto para um eventual cansaço do motor/câmbio da W210.
Abraço
Abraço

celsotu- Usuário Bronze

- Número de mensagens: 66
Data de inscrição: 04/03/2011
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Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Eppico e Celsotu
eu ja testei, podem testar , na cidade nenhuma E320 original anda com C180 CGI... esquecem... na estrada nao testei ainda..
eu ja testei, podem testar , na cidade nenhuma E320 original anda com C180 CGI... esquecem... na estrada nao testei ainda..

Gaby Iskandar- Usuário Ouro

- Número de mensagens: 801
Data de inscrição: 11/08/2008
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Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Desculpem mas sou meio radical nisso... E sem polêmicas visto o livre arbítrio de cada um, considero ambos irresponsáveis por um peguinha assim... Ainda bem que nada aconteceu com o confrade, que pelo relato poderia se machucado.
Carro potente é pelo prazer de ter respostas rápidas mas não significa ter velocidade excessiva em vias públicas.
Carro potente é pelo prazer de ter respostas rápidas mas não significa ter velocidade excessiva em vias públicas.
_________________
Abraços ,
Tio Fass

Karl Fass- Moderador

- Número de mensagens: 8083
Data de inscrição: 19/10/2007
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Re: Minhas impressoes da minha W210 E320 versus W204 C180 CGI
Bom dia a todos e Feliz ano novo.
Karl, com certeza você tem toda razão, não me vanglorio pelo que fiz, e como disse no final de meu post é uma grande irresponsabilidade, lugar de correr é no autódromo.
Eppico / Gaby / celsotu:
Não creio em desgaste de conjunto ou casaço mecânico, meu carro tem a manutenção em dia e está com menos de 80.000 rodado, portanto fico com as possibilidades de habilidade e responsabilidade.
Mesmo tendo arriscado e levado o carro ao limite muitas vezes tirei o pé nas curvas, principalmente quando estava utrapassando outros carros ou caminhões, até porque um erro meu ou do motorista que estivesse sendo ultrapassado acarretaria um acidente gravíssimo dada a velocidade que eu estava andando, enquanto o cara da 180 não estava dando bola para o azar.
De qualquer forma eu garanto a vocês que eu conseguiria acompanha-lo tranquilamente, mas ultrapassa-lo só se tivesse uma reta de pelo menos 2 Km, onde talvez o motor da minha 320 fizesse a diferença, mas em um circuito de rua com curvas e obrigatoriedade de redução de marchas e velocidade estaria comendo poeira até agora.
Também não acredito em preparação na 180, o que pode ser é que o carro fosse manual ao invés de automático (coisa rara...) pois a retomada de velocidade após as curvas e reduções foi algo que me deixou de queixo caido.
John, grato pela força na alteração do título do post, e quanto a Classe A acredito que fique pronta entre hoje ou amanhã, mas só vamos saber se a troca da peça surtiu resultado depois que funcionarmos o motor.
Aproveitando, nas sexta feira minha 320 começou a alarmar falha de lampada quando eu piso no freio, não é sempre, mas está ocorrendo com certa frequencia, olhei as luzes de freio e elas estão em ordem.
No sábado após algum tempo no trânsito acenderam os avisos de BAS e ASR, que se repetem imediatamente após a partida.
Me disseram que pode ser o sensor do pedal do freio, alguém já teve esse problema?
Abraços.
Karl, com certeza você tem toda razão, não me vanglorio pelo que fiz, e como disse no final de meu post é uma grande irresponsabilidade, lugar de correr é no autódromo.
Eppico / Gaby / celsotu:
Não creio em desgaste de conjunto ou casaço mecânico, meu carro tem a manutenção em dia e está com menos de 80.000 rodado, portanto fico com as possibilidades de habilidade e responsabilidade.
Mesmo tendo arriscado e levado o carro ao limite muitas vezes tirei o pé nas curvas, principalmente quando estava utrapassando outros carros ou caminhões, até porque um erro meu ou do motorista que estivesse sendo ultrapassado acarretaria um acidente gravíssimo dada a velocidade que eu estava andando, enquanto o cara da 180 não estava dando bola para o azar.
De qualquer forma eu garanto a vocês que eu conseguiria acompanha-lo tranquilamente, mas ultrapassa-lo só se tivesse uma reta de pelo menos 2 Km, onde talvez o motor da minha 320 fizesse a diferença, mas em um circuito de rua com curvas e obrigatoriedade de redução de marchas e velocidade estaria comendo poeira até agora.
Também não acredito em preparação na 180, o que pode ser é que o carro fosse manual ao invés de automático (coisa rara...) pois a retomada de velocidade após as curvas e reduções foi algo que me deixou de queixo caido.
John, grato pela força na alteração do título do post, e quanto a Classe A acredito que fique pronta entre hoje ou amanhã, mas só vamos saber se a troca da peça surtiu resultado depois que funcionarmos o motor.
Aproveitando, nas sexta feira minha 320 começou a alarmar falha de lampada quando eu piso no freio, não é sempre, mas está ocorrendo com certa frequencia, olhei as luzes de freio e elas estão em ordem.
No sábado após algum tempo no trânsito acenderam os avisos de BAS e ASR, que se repetem imediatamente após a partida.
Me disseram que pode ser o sensor do pedal do freio, alguém já teve esse problema?
Abraços.

Grecco- Usuário Iniciante

- Número de mensagens: 23
Data de inscrição: 06/10/2011
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